segunda-feira, 7 de junho de 2010

"Ensino Superior em Viseu - Que Futuro?"


Na medida em que não pude estar presente neste fórum organizado pelo PS Concelhia de Viseu no dia 4 de Junho, já falei com algumas pessoas que estiveram presentes e deixo aqui as conclusões a que se chegou com o objectivo de dar contributos para um novo olhar sobre o Ensino Superior em Viseu.

"A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Viseu organizou e
promoveu um Fórum sobre a temática “O Ensino Superior em Viseu- Que
Futuro” e no qual participaram como oradores o Sr. Prof. Dr. Aires do Couto
(Presidente do Centro Regional das Beiras da Universidade Católica), a Sra.
Profa. Dra. Françoise Cruz (Presidente do Instituto Piaget- Viseu), o Sr. Eng.
Fernando Sebastião (Presidente do Instituto Politécnico de Viseu), Alexandre
Santos (Presidente da Federação Nacional das Associações de Estudantes
do Ensino Superior Politécnico) e Rafael Guimarães (Presidente da
Associação Académica do Instituto Politécnico de Viseu).

O PS Viseu regista com muito agrado a ampla participação no debate de ideias
e projectos para a nossa região. Tratou-se, de facto, de um debate livre, aberto,
rico e muito esclarecedor e do qual retirámos as seguintes conclusões:

- A Universidade Pública para Viseu, no actual contexto local, regional e
nacional, não faz sentido;

- Devemos todos defender, desenvolver e potenciar o que já existe como forma
de criar sinergias entre as diversas instituições e valorizar o ensino superior de
Viseu;

- Dada a ampla oferta educativa de Cursos do 1º, 2º e 3º Ciclos apenas se
justificará a criação do Curso de Medicina;

- Há qualidade e diversidade da oferta educativa ao nível do ensino superior
em Viseu tendo em conta o tecido empresarial regional;

- Este tipo de fóruns deverão continuar a ser realizados periodicamente, ora
promovidos pela sociedade civil, ora por entidades responsáveis no contexto
local ou regional."


Ficam também aqui registados os meus parabéns pela organização da iniciativa e pela abertura à sociedade civil que o PS Viseu tem protagonizado.


quinta-feira, 3 de junho de 2010

"Transformar a Esquerda" em Viseu

Às 21h30, na Sede do PS Viseu, decorrerá a apresentação da candidatura de Pedro Delgado Alves a Secretário-Geral da JS.

Sábado e Domingo, em São Pedro do Sul, decorrerá a discussão dos vários pontos da Moção Global de Estratégia da candidatura "Transformar a Esquerda" que será apresentada no XVII Congresso Nacional da JS, em Lisboa.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

"Uma Lei a favor de Todos"

Ao longo de meses, a resistência do campo conservador ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo residiu no argumento esdrúxulo das «prioridades», como Cavaco Silva aliás sinalizou na sua comunicação ao país.

Incapazes de assumirem a sua oposição à legislação progressista, os conservadores refugiaram-se na crise económica para tentarem inviabilizar o compromisso do PS com a abolição desta desigualdade. Sucede que a lei foi mesmo aprovada, o mundo não acabou e o combate à crise continua a ser o foco central da intervenção do Governo.

Com mais ou menos vergonha, o que os conservadores não têm coragem de assumir são os princípios essencialmente desiguais da sua visão do mundo e da sociedade. A lógica das prioridades, aplicada à história da Humanidade nos últimos 200 anos, não nos teria permitido abolir a escravatura ou alargar o sufrágio às mulheres, só para dar dois exemplos, enquanto desenhávamos a arquitectura do Estado social e desenvolvíamos todas as economias do mundo.

Não existe de facto «prioridade» que se sobreponha a um avanço significativo da legislação para dar mais direitos a quem não os tem, reforçando a lógica de participação democrática e de igualdade nas nossas sociedades. Os conservadores sabem disso e, como se viu, envergonham-se disso. Porque a prioridade do campo conservador, neste como noutros temas, está na manutenção das desigualdades. A partir de ontem, felizmente para todos, o PS acabou com mais uma.

Em: www.ametapolitica.blogspot.com, por Tiago Barbosa Ribeiro

Futuros Economistas orgulharam-se!


Hoje foi dia de eleições para o Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra (NEE/AAC).

Como já tinha referido aqui, só houve uma lista candidata, da qual faço parte como Vice-Presidente da Mesa do Plenário do NEE/AAC.

Votaram 195 estudantes (140 na lista candidata).
Um total positivo tendo em conta a existência de apenas uma lista.
Espera-se agora a marcação da Tomada de Posse, para depois iniciarmos a aplicação das ideias que foram a sufrágio e que têm o objectivo comum de elevar o nome da nossa faculdade com uma aposta urgente de aproximação ao mundo empresarial.

Como diz João Matos Graça, Presidente da Lista e próximo Presidente do NEE/AAC, "este é um projecto que vai fazer com que os alunos da FEUC se orgulhem da faculdade onde estudam e que o mundo do trabalho olhe para esta faculdade como um pólo de excelência formador de economistas profissionais e qualificados, para fazer face a qualquer adversidade futura, pois esta faculdade e esta academia não formam apenas estudantes, formam pessoas".


terça-feira, 1 de junho de 2010

Secretário-Geral da JS no Distrito de Viseu - a visita pelos 6 concelhos escolhidos


28 de Maio:

18h00 - Tabuaço

- Recepção na Câmara Municipal de Tabuaço, pelo Dr. João Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal.

- Visita ao Museu Imaginário Duriense (MIDU), primeiro pólo do Museu do Douro a abrir portas e encarado como um espaço de recolha e divulgação de todas as manifestações do imaginário tradicional do Douro, tanto na vertente do património imaterial herdado (lendas, tradições, cancioneiro, romanceiro, etc), como na vertente da utopia e da imaginação das novas gerações. A sua ligação a espaços de referência de lendas e tradições pretende alargar a acção do MIDU ao território duriense, através de roteiros de visita e evocação.

- Debate no MIDU sobre as características do concelho de Tabuaço (carências e qualidades) e o programa que o executivo camarário está a pôr em prática, depois de ter vencido as eleições autárquicas de Outubro de 2009.

- Jantar.

- Convívio num bar.

- Dormida em Moimenta da Beira.


29 de Maio:

9h00 - Moimenta da Beira

- Recepção na Câmara Municipal de Moimenta da Beira, pelo Dr. José Eduardo Ferreira, Presidente da Câmara Municipal.

- Debate no Salão Nobre da Câmara Municipal de Moimenta da Beira sobre as características do concelho, iniciativas previstas pela Câmara no sentido de elevar o nome do município, e políticas de juventude que estão já a ser executadas.

- Visita ao Pavilhão Municipal.

11h30 - Sernancelhe

- Visita à aldeia de Lamosa (aldeia onde tomámos conhecimento que inúmeros jovens se viram forçados a emigrar devido à falta de emprego, e fomos confrontados com investimentos públicos avultados que se encontram sem manutenção).

- Visita às instalações dos Bombeiros Voluntários que necessitam de novas instalações, as quais já estão a ser projectadas.

- Visita à Feira Aquiliniana (em honra de Aquilino Ribeiro) no Centro Histórico da Lapa.

- Almoço

16h00 - Sátão

- Reunião na Sede da Junta de Freguesia de Sátão.

- Intervenções de Ricardo Santos (Coordenador da JS Concelhia de Sátão) e de Armando Cunha (Presidente da Junta de Freguesia de Sátão) que nos puseram a par da realidade da freguesia e do concelho.

- Visita à ETAR de Sátão, que se encontra sem manutenção.

- Visita ao Museu de Sátão.

- Visita às instalações do antigo Centro de Saúde que se encontram ao abandono.

18h00 - Mangualde

- Reunião no Hotel Senhora do Castelo, onde se falou da relevância da iniciativa "Semana Federativa" e das medidas já postas em prática pelo executivo camarário mangualdense desde Outubro de 2009, as quais marcam a diferença em relação ao executivo anterior do PSD, pelo seu carácter estrututal e pela relevância que atribuem à juventude e à criação de emprego e de infra-estruturas atractivas para a instalação de várias empresas.

- Intervenções de Fernando Beja Correia (Coordenador da JS Concelhia de Mangualde), Marco Almeida (Presidente da Comissão Política Concelhia de Mangualde do PS), Rafael Guimarães (Presidente da Federação Distrital da JS Viseu), Duarte Cordeiro (Secretário-Geral da JS), e João Azevedo (Presidente da Câmara Municipal de Mangualde).

19h30 - Viseu

- Visita às instalações recém-inauguradas da Associação Comercial do Distrito de Viseu (ACDV).

- Reunião com Gualter Mirandez, Presidente da ACDV.

- Jantar.

- Fim da Semana Federativa com intervenções de José Pedro Gomes (Coordenador da JS Concelhia de Viseu) e Rafael Guimarães (Presidente da Federação Distrital da JS Viseu).

Frase da Semana


"On verra! Sabe-se lá se aparece outro candidato?!"

Pedro Santana Lopes, em relação à possibilidade de surgir uma outra candidatura mostrando-se desiludido com Cavaco Silva.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Lista O - "Orgulha-te"

Hoje na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC), decorre o primeiro dia de campanha para o Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra (NEE/AAC).

Só há uma lista candidata encabeçada pelo colega João Matos Graça, cujo lema é "ORGULHA-TE", e da qual faço parte no cargo de Vice-Presidente da Mesa do Plenário do NEE/AAC.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Duarte Cordeiro em 6 concelhos do Distrito de Viseu

Amanhã e Sábado, o deputado e Secretário-Geral da JS visita Tabuaço, Moimenta da Beira, Sernancelhe, Sátão, Mangualde e Viseu, no âmbito da iniciativa "Semana Federativa", cujo programa envolverá temas como as políticas de juventude, a cultura, o desporto, o emprego e empreendedorismo, para além do habitual contacto de proximidade e de convívio com as estruturas.
No concelho de Viseu, faremos uma visita às novas instalações da ACDV (Associação Comercial do Distrito de Viseu), teremos uma reunião com o Presidente da mesma, Gualter Mirandez, e finalizaremos a iniciativa com um jantar.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

sábado, 22 de maio de 2010

Frase da Semana


"Quando vocês usarem diesel nos carros, em vez daquele cheiro horrível, vão sentir um cheirinho a óleo gostoso e vai parecer que estão fritando batatinha".

Lula da Silva, na X Cimeira Luso-brasileira aquando da assinatura de protocolos de cooperação na área da biocombustível entre a Galp, a Petrobras e a AICEP.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Reunião com Freguesias - Solar dos Peixotos



A Concelhia de Viseu do Partido Socialista organizou, na última sexta-feira, uma reunião com militantes e independentes de várias freguesias que fizeram parte da última campanha autárquica.


Tendo em conta que foi uma das primeiras acções do mandato de Lúcia Araújo da Silva, fica bem vincada a forma como vai actuar esta concelhia: junto das pessoas, em contacto com as 34 freguesias do concelho, avaliando as falhas existentes, formulando políticas para as resolver, e exigindo junto do poder local ou nacional mais atenção para aspectos que se considerem fulcrais para um desenvolvimento harmonioso e abrangente do concelho.


Realce para a grande participação nesta reunião com belíssimas intervenções, demonstrando as especificidades de cada freguesia, as quais só ficamos a conhecer realmente se contactarmos com elas e/ou com os residentes.


Mais uma vez, refiro que a Concelhia de Viseu da Juventude Socialista revê-se neste tipo de política, e por isso mesmo, estará ao lado do PS nas várias visitas às freguesias e nas consequentes reuniões.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Deputados do PS reuniram com instituições de ensino superior de Viseu

Os deputados do PS, Acácio Pinto, José Rui Cruz, Paulo Barradas e Helena Rebelo, reuniram, no dia 10 de Maio, com representantes das três instituições de ensino superior de Viseu, Instituto Politécnico de Viseu, Instituto Piaget e Universidade Católica, representados pelos seus dirigentes máximos, respectivamente, Eng. Fernando Sebastião, Dr. Oliveira Cruz e Dr. Aires do Couto.

Estiveram ainda presentes, nesta reunião, Alexandre Almeida e Rafael Guimarães, em representação do movimento associativo estudantil. Esta reunião efectuada a solicitação dos deputados decorreu no Governo Civil, onde, nos termos legais, todos os deputados podem reunir com as instituições e os cidadãos.

Tendo por base o contacto de proximidade que os deputados do PS têm vindo a eleger como estratégia de actuação, era objectivo para esta reunião analisar a problemática do ensino superior em Viseu, nomeadamente a da Universidade Pública, constrangimentos com que se debatem as instituições, estratégias de desenvolvimento e perspectivas para o futuro.

Depois da reunião, muito participada, por todos os presentes, e das preocupações e problemas que foram apresentados sobre a eventual criação, nesta conjuntura, de uma nova Universidade para Viseu, os deputados do PS, que partilharam desses pontos de vista, deixaram bem claro aos seus interlocutores que, neste momento, o que faz sentido, não é andar a fazer promessas sem qualquer conteúdo e sem qualquer sustentabilidade, como fez recentemente o líder nacional do PSD, mas sim:

i) Apoiar e desenvolver as instituições de ensino superior existentes em Viseu, Instituto Politécnico de Viseu, Instituto Piaget e Universidade Católica, potenciando a resposta instalada;

ii) Manifestar apreço pelo trabalho de qualidade, nacional e internacional, em interacção e parceria com diversos agentes regionais, nacionais e internacionais, que está a ser desenvolvido pelas instituições de ensino superior de Viseu;

iii) Deixar bem clara a sua completa discordância pela forma como este assunto está a ser trazido para a opinião pública, criando uma sensação incorrecta de que as instituições existentes em Viseu não servem a cidade e a região, desqualificando, consequentemente, todos os profissionais que lá trabalham, o que é profundamente injusto, desde logo porque inverdadeiro para as instituições que prezam e desenvolvem um trabalho de qualidade.

Os deputados do PS Viseu Acácio Pinto, José Rui Cruz, Paulo Barradas e Helena Rebelo

terça-feira, 27 de abril de 2010

A escola portuguesa

Os últimos anos têm sido algo conturbados para o ensino em Portugal, geradores de grande instabilidade. São exemplos as greves massivas por parte dos professores em sinal de protesto contra o regime de avaliações imposto pelo governo; o facilitismo reinante na avaliação dos estudantes e as constantes alterações ao seu regime; por último, as noticiadas acções de violência perpetradas entre alunos.
São vários os focos de instabilidade que assolam a escola portuguesa e que prejudicam a tranquilidade e a serenidade necessárias ao ambiente escolar.

As decisões do ministério da educação pautam-se pela imposição de medidas avulsas que pouco têm a ver com a realidade das nossas escolas. Ainda não perceberam que cada escola possui as suas necessidades e especificidades, e não podem ser tratadas da mesma forma pelo governo central. A escola pública deve ser integrada pelos organismos locais com legitimidade para perceber e resolver os seus problemas. Devem ser parceiros indispensáveis as Câmaras Municipais, as associações de pais e todas as entidades da sociedade civil que possam contribuir para o melhoramento da escola pública. Esta partilha integrada de organismos, entidades e pessoas deve ser o referencial de uma boa política educativa, avalizada e sustentada naqueles que mais têm competência para decidir.

A serenidade necessária, exige ainda, que haja um esforço de pacificação e entendimento entre governo e professores. Por um lado, compreensão por parte dos professores que devem aceitar a avaliação obrigatória como forma de progressão na carreira, enquanto meio mais justo de premiar os melhores, em detrimento dos professores menos diligentes. Por outro, exigir do governo a melhoria da actual proposta de avaliação, corrigindo os aspectos menos positivos, mas não retrocedendo por completo, por mera gestão política.

A escola, à semelhança da família, deve ser um lugar priveligiado de formação humana do individuo. Um espaço de partilha de valores e princípios que devem nortear uma sociedade livre e justa. A escola pública é dos meios mais eficazes da garantia do princípio da igualdade de oportunidades, proporcionando a todos, de igual forma, a oportunidade de aprender e de construir um futuro, que não se confunde com as origens de cada um.

A escola tem que voltar a ser respeitada. A escola e os professores necessitam de ter a sua autoridade restaurada. Após o 25 de Abril de 1974, passámos de uma escola autoritária e repressiva, para uma escola libertinária onde ninguém tem poder de decisão e todos os dias se assistem a episódios que a todos nos envergonham.

Os nossos jovens necessitam de ser estimulados, os professores respeitados, objectivo que apenas se alcança por intermédio de critérios de exigência e qualidade, em que se premeia o mérito e se recompensa a qualidade.

Deve também concentrar-se no director de escola, o poder de autoridade necessário e efectivo para impor o respeito e a obediência no ambiente escolar. Estas novas competências devem revestir o poder de castigar convenientemente os prevaricadores, para que todos aqueles que desejam aprender não sejam prejudicados. Não sou apologista da violência e da agressão como forma de educação, mas antes, na demonstração efectiva da autoridade que se deve verificar na escola, em comunhão com as autoridades policiais que devem actuar em conjunto de forma a prevenir e evitar conflitos.


Um aluno sabe quando pode ou não abusar de um colega ou de um professor. E é na falta de disciplina de uma escola que se acobertam todos os delinquentes para desencadearem as suas acções. Chegou o momento de enobrecer a escola, de a tornar mais autónoma e independente do poder central, de lhe dar maior poder de autoridade, de respeitar alunos e professores, enfim, de tornar a escola pública numa escola de qualidade e para todos.

Discurso do 25 de Abril

O discurso do Presidente da República nas cerimónias do 25 de Abril, proferido na Assembleia da República pautou-se pela exortação feita aos portugueses, de que, com empenho, determinação e preserverança é possível inverter o estado do país. Cavaco Silva não se limitou a abordar a questão do défice e das contas públicas, antes apontou o caminho para a mudança, dando como exemplo as potencialidades que uma aposta efectiva no sector marítimo pode criar. De facto, um país como Portugal, que se encontra "numa encruzilhada de três continentes", e virado para o Atlântico, necessita de reforçar a sua posição como porta de entrada de mercadorias e bens no espaço europeu, visto que 70% do comércio de mercadorias se faz por via marítima.

Num momento, em que as atenções da Europa e da especulação económica incidem sobre Portugal, nada melhor que um discurso positivo, suportado na valorização do mar, enquanto sector priveligiado para operar a mudança de paradigma da governação no nosso país. Esta alusão ao mar, deve ser entendida, como a necessidade de aplicar os nossos esforços e o nosso investimento em áreas estratégicas, em que possuímos uma vantagem real e significativa. Exige-se esforço e sacrifício aos portugueses, mas é também necessário que tenhamos um rumo bem definido do que queremos e do que perseguimos, para que estes sacrifícios que, por ora fazemos, não venham, uma vez mais, a ser desperdiçados.

De notar também, a referência que o Senhor Presidente da República fez em relação aos jovens qualificados que abudantemente deixam o país em busca de novas oportunidades de emprego e de emancipação. Verifica-se uma autêntica sangria, um novo êxodo, justificado pela falta de oportunidades de emprego e perspectivas de futuro. Se continuarmos a menosprezar os jovens, tal como disse, o P.R., iremos com certeza tornarmo-nos num país periférico e certamente bem mais pobre.

Em suma, foi um discurso bem conseguido, em que o P.R. aponta um caminho, que só pode ser o do crescimento económico e o do desenvolvimento de Portugal. Tem pautado o seu mandato em Belém na cooperação institucional com o Governo da república, funcionando como garante de estabilidade do estado de direito, ao mesmo tempo que tem sido receptor priveligiado das necessidades da população, alertando para os perigos que nos assolam.
Salvo raras excepções, Cavaco Silva, tem realizado uma mandato à altura do que se exige ao titular da Presidência da República: serenidade, moderação, mas também iniciativa e liderança.

Embora, tanto Manuel Alegre como António Nobre, sejam duas personalidades que agregam diversas qualidades, e a quem a sociedade portuguesa muito deve, seria melhor, como diz o povo, que metessem a viola no saco, já que as suas hipótesses de vencer a corrida presidencial são muito parcas ou mesmo nulas.

Quanto ao PS, pode sempre retribuir ao Professor o apoio que este deu a Mário Soares em 1991, certos de que Cavaco Silva nunca se deixará condicionar por este ou aquele apoio circunstancial.

A minha Selecção

Com estes magriços somos campeões na certa:

Quim(titular)
Eduardo
Rui Patrício

Rúben Amorim(Lat Drt)
Fábio Coentrão(Lat Esq)
Bruno Alves(Def Central)
Ricardo Carvalho(Def Central)
Miguel
Miguel Veloso
Rolando

Pepe(Med Def)
Deco(Med Ofens)
Simão(Med Int Drt)
Nani(Med Int Esq)
Raul Meireles
João Moutinho
Tiago
Carlos Martins

Cristiano Ronaldo(Avanç Mov)
Liedson( Ponta Lanç)
Hugo Almeida
Danny
Nuno Gomes

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Se eu fosse Seleccionador Nacional (1)

Os 23:

Eduardo
Rui Patrício
Beto

Bruno Alves
Pepe
Ricardo Carvalho
Daniel Carriço

Miguel
João Pereira
Miguel Veloso
Fábio Coentrão
Duda
João Moutinho
Pedro Mendes
Tiago
Deco
Simão
Nani
Cristiano Ronaldo
Yannick Djaló

Liedson
Nuno Gomes
Hugo Almeida

domingo, 25 de abril de 2010

As Comemorações

36 anos depois...

A Liberdade faz 36 anos.
36 anos de profunda oposição ao período de tristeza e medo que caracterizava Portugal antes do 25 de Abril.

Um país pequeno e periférico que acentuava essas condições com o mito do “orgulhosamente sós”, com o isolamento rural, com a emigração de muitos portugueses imposta pela fuga à guerra, tortura, prisão e com a inércia do regime político perante a efervescência social e intelectual de valores democráticos que se ia dinamizando pelo mundo.

Este dia deve impulsionar uma reflexão por parte dos jovens que não viveram antes de 1974.

Uma reflexão sobre o regime ditatorial que vigorava, as eleições viciadas e pré-determinadas, a asfixia ideológica, a censura e a repressão, o isolamento económico, o desinteresse pela formação da sociedade.
No fundo, uma reflexão que valorize aspectos como a democracia da actualidade, as eleições livres, a liberdade de expressão e o pluralismo de opinião, a integração no mundo globalizado, a promoção da formação intelectual, cultural e profissional da sociedade, a integração dos indivíduos na comunidade em que se inserem, independentemente da sua ascendência, sexo, idade, etnia, orientação sexual, língua, território de origem, religião, convicções políticas, filosóficas ou ideológicas, instrução ou situação económica.

A Juventude Socialista desenvolve toda a sua acção seguindo certos valores fundamentais que também marcaram a vontade de muitos que contribuíram para a implantação da democracia no nosso país, muitos deles fundadores do Partido Socialista.

É por isso que, todos os anos, fazemos questão de celebrar o Dia da Liberdade.

Porque somos a organização de todos os jovens que se revêem nos valores da Esquerda Democrática e que estão empenhados na transformação e modernização da sociedade portuguesa, no sentido de uma maior justiça, solidariedade e igualdade de oportunidades.
Porque temos em conta o princípio do respeito da dignidade da pessoa humana, o pluralismo de expressão, e a democracia interna e externa.
Porque o nosso profundo desejo é que a sociedade portuguesa continue a contribuir para o desenvolvimento político, social, cultural e económico do nosso país.

sábado, 24 de abril de 2010

Tarefas para amanhã:

Manhã: Assembleia Municipal Extraordinária de Comemoração do Dia da Liberdade - 25 de Abril, na Sede da Junta de Freguesia de Ranhados, com a presença de Francisco Sarsfield Cabral.

Início da Tarde: Iniciativa JS Viseu - Caminhada pela cidade de Viseu com distribuição de cravos e panfletos.

Fim da Tarde: Squash.

Noite: Viagem para Coimbra, para finalmente descansar...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Tomada de Posse da nova Comissão Política Concelhia do PS Viseu


Esta foi a primeira reunião desta Comissão Política Concelhia, onde foram eleitos os membros do Secretariado, do qual passo a fazer parte.

Nesta reunião, fiz uma proposta aos presentes no sentido de juntar a JS e o PS de Viseu numa iniciativa do próximo 25 de Abril. Foi aprovada por todos, e por isso, no próximo Domingo, estaremos todos juntos numa caminhada pela cidade de Viseu, com distribuição de cravos e panfletos.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Frase da Semana


"Os autarcas são estruturalmente honestos. Há de facto algumas árvores, mas não são elas que fazem a floresta."

José Junqueiro, Secretário de Estado da Administração Local

Convocados

Disseram-me hoje que a lista dos convocados da Selecção Nacional para o Mundial vai ser divulgada por Carlos Queiroz no dia 10 de Maio.

Por essa razão, eu e o João Paulo vamos publicar aqui brevemente a lista dos jogadores portugueses que seriam convocados por nós, se estivessemos no lugar de Carlos Queiroz.
Vão acompanhando...

terça-feira, 20 de abril de 2010

Tudo corre bem ao Benfica

Rúben Micael parte pé e falha Mundial.

Assim, o Benfica já é capaz de conseguir colocar um jogador português no Mundial...





Cameron Girls

Para quando as do Passos Coelho ?


http://www.camerongirls.com/


Frase da Semana

" Quando alguma sportinguista tiver a infelicidade de casar com um benfiquista, tem o dever de fazer com que o filho continue a ser sportinguista. Este trabalho de sapa nas famílias é fundamental e as mulheres têm um papel decisivo na orientação da vida das crianças"

José Eduardo Bettencourt, presidente do Sporting Clube de Portugal

Depois das "pedradas"...

Agora que está novamente "livre" para dizer o que lhe vai na alma, Fernando Ruas fez questão de explicar ainda na Assembleia Municipal que será "muito mais duro" nas suas apreciações relativas às intervenções feitas pelos deputados.

O que levou os deputados Fátima Ferreira, João Paulo Rebelo, ambos do PS, e Carlos Vieira, do BE, a mostrarem o seu desagrado.

A primeira acusou o edil de tentar "amedrontar" os presentes, enquanto que o segundo questionou se depois das pedradas vinham agora os penedos. O deputado do BE também não gostou das declarações de Fernando Ruas e explicou que o autarca estava sujeito a processos como o das "pedradas" ao fazer o papel de "Alberto João das Beiras".

O comentário mereceu uma resposta mais intempestiva por parte do presidente da Câmara, que exigiu respeito, para depois admitiu que até estava "invulgarmente calmo".

Fonte: Diário de Viseu

Coach


Eu queria o Domingos...mas Paciência...!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

PS: 37 anos a lutar pelo avanço de Portugal

A Acta da Fundação do Partido Socialista:

Iniciativa para o 25 de Abril - "A Liberdade faz 36 anos"

A Juventude Socialista Concelhia de Viseu informa que está prevista uma iniciativa para a tarde do dia 25 de Abril (Domingo), no sentido de celebrar os 36 anos do Dia da Liberdade.

A iniciativa consiste numa caminhada por locais emblemáticos do centro da cidade e também por freguesias rurais. Durante a caminhada irão ser distribuídos panfletos e cravos.

Consideramos que o 25 de Abril nunca deve ser esquecido, tendo em conta a sua relevância para a sociedade portuguesa e para o consequente desenvolvimento social e político do nosso país, por isso, é desta forma que o pretendemos celebrar sob o lema “A Liberdade faz 36 anos”. 36 anos de profunda oposição ao período de tristeza e medo que caracterizava Portugal antes do 25 de Abril.

Temos também o objectivo de impulsionar uma reflexão por parte dos jovens que não viveram antes de 1974.
Uma reflexão sobre o regime ditatorial que vigorava, as eleições viciadas e pré-determinadas, a asfixia ideológica, a censura e a repressão, o isolamento económico, o desinteresse pela formação da sociedade.
No fundo, uma reflexão que valorize aspectos como a democracia da actualidade, as eleições livres, a liberdade de expressão e o pluralismo de opinião, a integração no mundo globalizado, a promoção da formação intelectual, cultural e profissional da sociedade, a integração dos indivíduos na comunidade em que se inserem, independentemente da sua ascendência, sexo, idade, etnia, orientação sexual, língua, território de origem, religião, convicções políticas, filosóficas ou ideológicas, instrução ou situação económica.

Por último, pretendemos mais uma vez deixar bem vincados os valores e as características da nossa juventude partidária.
→ Na nossa acção, seguimos certos valores fundamentais que também marcaram a vontade de muitos que contribuíram para a implantação da democracia no nosso país, muitos deles fundadores do Partido Socialista.
→ Somos a organização de todos os jovens que se revêem nos valores da Esquerda Democrática e que estão empenhados na transformação e modernização da sociedade portuguesa, no sentido de uma maior justiça, solidariedade e igualdade de oportunidades.
→ Temos em conta o princípio do respeito da dignidade da pessoa humana, o pluralismo de expressão, e a democracia interna e externa.
→ Temos o profundo desejo de fazer com que a sociedade portuguesa continue a contribuir para o desenvolvimento político, social, cultural e económico do nosso país.

sábado, 17 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Meio termo

Há quem diga que é uma imoralidade.

Há quem diga que é uma recompensa justa pelo grande trabalho efectuado.

Há quem diga que recebe milhões a mais.

Há quem diga que se recebe tanto, isso significa que os objectivos da gestão foram superados e que também muitos milhões acabam por ser colocados na economia portuguesa.

Há quem diga que custa ver esses prémios em circunstâncias sociais e económicas tão complicadas.

Há quem diga que esses prémios foram contratualizados segundo a missão da empresa e determinados objectivos, e visto que os resultados foram mais positivos do que o que se projectava, esses prémios são merecidos em jeito de recompensa.

Há quem diga que a atribuição desses bónus são um escândalo, uma obscenidade, num momento em que se pedem sacrifícios aos portugueses.

Há quem diga que acabar com esses prémios a gestores, significará afastar os melhores gestores de Portugal, fazendo com que se movam para outros países onde a sua boa gestão é devidamente recompensada.

Mudanças...

Quem não tinha nada a perder...ganhou!


Debate na íntegra.


O líder liberal-democrata, Nick Clegg, foi o vencedor do debate de ontem entre os candidatos a primeiro-ministro dos três maiores partidos do Reino Unido. O actual chefe do Governo, Gordon Brown, defende a maioria trabalhista, que dura desde 1997. O Partido Conservador do seu rival David Cameron lidera as sondagens há mais de um ano e é o favorito nas eleições de 6 de Maio.

O debate foi filmado em Manchester e segundo uma sondagem realizada pela cadeia de televisão que transmitiu o programa, a ITV, Clegg foi o melhor para 43% dos eleitores, enquanto Cameron só conseguiu 26% de preferências. Gordon Brown foi o melhor para apenas 20% dos inquiridos.

O confronto foi negociado ao pormenor pelas campanhas dos três partidos e havia complexas regras para gerir a discussão. O moderador era neutro, mas podia mandar calar os candidatos. E estes respondiam a perguntas de uma audiência que não se pronunciava. A ITV permitiu-se uma inovação, ao colocar na imagem a reacção de um grupo de indecisos colocados em sala à parte e que pressionavam botões de um aparelho, obtendo-se uma média de satisfação por cada frase. Brown começou em terreno negativo e Clegg conseguiu vários picos de interesse logo de início.

O debate centrou-se em temas como economia, crime, imigração e forças armadas. As sondagens nacionais anteriores ao debate (valores médios agregados) davam aos conservadores 38%, aos trabalhistas 30% e aos liberais-democratas 20%. No sistema britânico isso pode significar um resultado sem maioria, com provável vitória conservadora, que nesse caso teriam de negociar apoio parlamentar.

Fonte: Diário de Notícias online

Ver também esta análise.

"Não há pressa..."


"Não faz sentido ir a eleições, neste momento", diz Pedro Passos Coelho. Pois...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Brown, Cameron e Clegg

Hoje decorre o primeiro debate entre os líderes dos três principais partidos britânicos (Trabalhista, Conservador e Democrata Liberal).

Ver aqui.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Esta passou-me ao lado, mas o Tiago não deixou escapar...

No blogue "Metapolítica":

"O homem do Público"

O jornal Público já escolheu o seu homem. Este texto, um longo panegírico a Pedro Passos Coelho, chega até para envergonhar o seguidismo com que o diário oficial cubano Granma acompanha a liderança de Raul Castro. Ridículo e preocupante.

O texto a que se refere: AQUI.

A propósito da frase da semana...

Fonte: Publico.pt

Frase da Semana


"Demonstraram muitos sociólogos, muitos psiquiatras, que não há uma relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros demonstraram, e disseram-mo recentemente, que há uma relação entre homossexualidade e pedofilia".


Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano
13/04/2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um neo-liberal sem limites?

Acreditem que é verdade...mas não contem comigo!

Lingerie Restaurant - Inauguração no dia 16 de Abril, em Viseu

"Os viseenses, e todos os visitantes que se desloquem a esta cidade do Interior do país, poderão saborear pratos tão sugestivos como “Oh si carinõ”, “Bacanal Tântrico”, “Grelo da Maria”, “Viúva Insaciável” ou “O que tu queres sei eu”.

A animação é também um elemento essencial do conceito. Durante as refeições os clientes são surpreendidos com empregados e empregadas de mesa sensuais vestidos apenas com lingerie. Podem assistir ainda a espectáculos de striptease, lap dance, table dance e shows lésbicos e interagir com os artistas, algo que contribui para o ambiente único destes espaços.

Este torna-se assim o local ideal para os casais quebrarem a rotina do dia-a-dia e apimentarem a relação. No restaurante The Lingerie é ainda possível comemorar momentos festivos na companhia de amigos, clientes ou funcionários. Despedidas de solteiro/a, festas de divórcio, bodas de prata e jantares de negócios são apenas algumas das ocasiões em que é obrigatório visitar este espaço."

sábado, 10 de abril de 2010

Bom trabalho para a Nova liderança!

Em nome da Juventude Socialista Concelhia de Viseu, dou os parabéns à Prof. Lúcia Silva pela sua eleição para a liderança da concelhia do PS Viseu.

Votos de um bom trabalho.

Estamos disponíveis para esta nova parceria!

Tragédia Grega

Por Wolfgang Munchau (Financial Times):


Arrisco a fazer duas previsões. A primeira é que a Grécia não vai entrar em bancarrota este ano. A segunda é que a Grécia vai entrar em bancarrota.

O governo grego mostrou que ainda é possível pedir dinheiro emprestado a uma taxa de juro de 6%, no entanto, se fizermos as contas à dinâmica da dívida pública, verificamos que não há alternativa à bancarrota.

Para resolver o imbróglio grego será preciso pôr em prática uma de cinco soluções. A primeira, e a mais optimista, implica uma desvalorização significativa do euro sustentada por uma forte retoma na zona euro. A segunda passa por a Grécia ter acesso a empréstimos com juros baixos da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional. A terceira pressupõe a reestruturação da dívida do sector privado para impedir a deflação da dívida nos moldes teorizados por Irving Fisher. A quarta envolve a saída da Grécia da zona euro. A quinta é, muito simplesmente, a bancarrota.

Se analisarmos as soluções uma a uma verificamos que a primeira é improvável. A segunda foi descartada pela UE e a terceira implicaria um ‘bail-out' adicional dos bancos europeus. A quarta seria do agrado dos alemães, mas a Grécia não é estúpida ao ponto de sair da zona euro. Resta a quinta hipótese: entrar em bancarrota mantendo-se na zona euro.

Por enquanto, a Grécia vai sobreviver graças à excelente gestão da dívida, razão pela qual defendo não ser necessário um ‘bail-out' a curto prazo, muito embora isso possa ser uma desvantagem para a Grécia dada a política económica da UE. Os complacentes líderes europeus só tomarão uma atitude se a crise for iminente e visível. No caso grego, a posição de liquidez é melhor do que a posição de solvência.

Ora, a insolvência é um processo gradual e invisível. Os efeitos negativos da dinâmica de deflação da dívida ainda não começaram a manifestar-se, mas são inevitáveis porque o sector público e privado se encontram, simultaneamente, em processo de redução da dívida. Neste contexto, talvez seja demasiado optimista da minha parte pensar numa taxa de crescimento nominal de 2%. No entanto, e mesmo que esta previsão excessivamente optimista se concretizasse, dificilmente a Grécia poderia evitar uma situação de bancarrota.

Só há duas visões intelectualmente honestas sobre a união económica e monetária. Primeira: não poderia funcionar porque a dado momento os interesses nacionais de um país iriam colidir com os da união monetária no seu conjunto. Segunda: poderia funcionar, mas para isso os estados membros teriam de coordenar a política económica a curto prazo e aceitar uma união orçamental minimamente satisfatória a longo prazo. A mensagem da UE em geral e da Alemanha em particular é muito clara: a segunda opção foi posta de lado.

Fonte: Economico.pt

terça-feira, 6 de abril de 2010

Frase da Semana


"Vocês são as próximas vítimas".

Theodoros Pangalos, vice primeiro-ministro grego, sobre Portugal.
05/04/2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Discurso na apresentação da candidatura de Lúcia Silva


Estamos aqui hoje por uma razão: pela apresentação da candidatura da Prof. Lúcia Silva à liderança da concelhia do PS.

Conheci a Prof. Lúcia há pouco tempo, mais propriamente, na preparação da campanha para as eleições autárquicas, quando fui o responsável pela campanha ligada aos jovens e quando a Prof. Lúcia Silva era candidata à freguesia de Coração de Jesus. Foi uma grande candidatura, cheia de dedicação e mobilização. Os resultados foram negativos, mas isso não retira os méritos da candidatura. Isso só mostra que essa mobilização tem de começar muito tempo antes!

E por falar em mobilização, quero rapidamente dizer o que tem sido feito pela JS neste início de mandato, ou seja, desde Janeiro.
- Estivemos presentes nas Assembleias Municipais;
- Participámos nas iniciativas do Dia da Mulher, organizadas pelo Departamento de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Viseu;
- Estivemos presentes numa Conferência sobre “Os Novos Desafios do Poder Local”, na Pousada de Viseu;
- Num Workshop sobre Desenvolvimento Regional, na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
- No Fórum Novas Fronteiras, em Braga;
- Fomos interventivos no Congresso Distrital da JS, em Moimenta da Beira. Fomos a única concelhia do distrito a apresentar uma Moção Sectorial, a qual foi aprovada por unanimidade pelos delegados presentes. Uma Moção sobre Emprego, Empreendedorismo e Emancipação, a qual chamámos de “Política dos 3 E’s”.
- Temos enviado Comunicados para a Comunicação Social divulgando as nossas opiniões e intervenções (temos enviado 1 por semana).
- Já temos facebook, twitter e estamos a obter informações com vista à criação do nosso site oficial. Para além da sociedade real, queremos estar presentes na sociedade virtual, porque temos de nos adaptar a formas de comunicação que são eficazes e eficientes, nomeadamente para um público jovem.

Assim, estamos a construir e a estabelecer as bases para poder ir para o “terreno” e divulgar todas as acções com sucesso. Defendemos que acções sem divulgação, sem comunicados, significam o mesmo que não as realizar.

Estou a dizer tudo isto, pois consideramos que o PS deveria fazer o mesmo, ou seja, intensificar a sua actuação tanto na sociedade real, como na sociedade virtual. Portanto, apesar de ainda existir muito para fazer, demos já início ao cumprimento dos 3 pilares que sustentaram a minha candidatura à liderança da concelhia da JS: mais e melhor intervenção, mais e melhor visibilidade, mais e melhor formação.

Cumpriremos os 3 pilares, e para provar esse objectivo, posso dizer aqui que, na primeira reunião da Comissão Política Concelhia do PS, a JS estará presente e apresentará um Plano de Actividades com Estimativas de Gastos, o qual está previsto nos próprios Estatutos da nossa organização, mas nunca foi feito aqui em Viseu. Será um documento que mostrará a organização, empenho, planeamento e responsabilidade da JS, e que vai deixar bem vincada a nova relação entre JS e PS, uma nova parceria, apesar das acções autónomas.

Nos últimos tempos, a Prof. Lúcia tem-me dito algumas coisas, as quais passo a citar:
“A minha candidatura só faz sentido se for realizada com a Juventude”, e “Como Professora de Jovens, todos os dias, eles fazem-me acreditar no Futuro”.
É com estas palavras da Prof. Lúcia que termino esta minha intervenção e dirigindo-me a si, digo-lhe:

Conte comigo, e com o meu apoio!
Conte com a JS, e com a nossa crítica construtiva!
Conte connosco, e com a nossa intervenção e mobilização!

Porque Viseu precisa de um PS forte e dinâmico!
Porque Viseu merece mais e melhor!

Viva a JS! Viva o PS! Viva Viseu!

domingo, 28 de março de 2010

Frase da Semana


"É bom que o país se vá habituando ao PSD da Madeira ter cada vez mais posições diferentes do PSD nacional, em tudo."

Alberto João Jardim, 26/03/2010

Pedro Passos Coelho, eleito o 16º líder do Partido Social Democrata

Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD, eleito com 61% dos votos. Paulo Rangel obteve uma votação de 34%, enquanto José Pedro Aguiar Branco mobilizou 3% dos votantes. Castanheira Barros ficou-se pelos 0,2%.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Frase da Semana

" This is a big fucking deal"

Joe Biden- Vice Presidente dos Estados Unidos da América

quarta-feira, 24 de março de 2010

Reforma do Funcionamento do Sistema de Saúde nos E.U.A.

No domingo à noite, nos Estados Unidos da América ( E.U.A), foi aprovado pela Câmara de Representantes, pela maioria democrata, a polémica lei da reforma do funcionamento do sistema de saúde.
A aprovação desta lei visa o alargamento de cuidados de saúde a cerca de 95% da população norte-americana, ou seja, garante o acesso de 32 milhões de pessoas que antes não gozavam de cuidados médicos ( até a este momento, apenas 85% da população gozava do acesso à saúde), numa reforma que está avaliada em 940 mil milhões de euros ( cerca de 693 mil milhões de euros).

A par da lei da segurança social de 1935 e da lei que criou o medicare em 1965, esta reforma marca um momento histórico na vida política norte-americana e o seu presidente, Barack Obama fica, indissociavelmente, ligado a esta aprovação.

Nas suas palavras, " respondemos à chamada da história e provámos que somos capazes de fazer grandes coisas e lidar com grandes desafios". Esta é, na verdade, uma vitória de Barack Obama, por ter mobilizado todos os esforços, e todo o seu capital político nesta questão fundamental. De facto, a importância desta lei, mas também da sua controvérsia, demonstram-se pela incapacidade de vários presidentes em conseguirem a sua aprovação, entre eles, Harry Truman, John F. Kennedy e Bill Clinton, uma lei que foi apelidada de " dossier politicamente tóxico e impossível de resolver".

Ao presidente dos Estados Unidos da América, era publicamente reconhecido o seu espírito apaziguador, mas, ao mesmo tempo, a sua resolução em levar por diante uma alteração do paradigma da política norte-americana. Faltava passar das palavras aos actos, e, de forma inequívoca, contra uma fatia considerável da população americana, Obama mostrou espírito combativo e uma vontade irresístivel para aprovar a reforma da saúde. Conquistou, portanto, o seu lugar na história e soube estar à altura das exigências relativamente a uma questão nada consensual, que há demasiado tempo vinha sendo debatida.

Uma vez mais, demonstro a minha admiração, não pelo homem, mas pelo político, porque conseguiu dar numa primeira fase, esperança a todos aqueles que esperam um mundo melhor e mais justo. Agora, afirma a sua determinação e resiliência ao ser "fiel às suas convicções, e ter a coragem de fazer o que está certo".

Outras batalhas se aproximam como a reforma da regulação do sistema financeiro, a reforma da lei da imigração, ou mesmo a gestão das frentes de guerra no Iraque e no Afeganistão, com a certeza de que esta administração norte-americana liderada por Barack Obama tem o estímulo e a vontade de se bater pelas melhores causas. Assim os esperamos!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Uma nova relação, uma nova parceria, mantendo a nossa acção autónoma

Dia 27, às 18h, no Solar dos Peixotos (Assembleia Municipal), decorrerá a apresentação da candidatura de Lúcia Araújo da Silva à liderança da Concelhia de Viseu do PS.

Agradeço o convite e lá estarei.

Como Coordenador da Concelhia de Viseu da JS, darei o meu contributo para mostrar a vitalidade do PS Viseu e para provar o início de uma nova fase na relação entre PS e JS, depois dos novos órgãos eleitos nas duas organizações.

domingo, 21 de março de 2010

Fórum Novas Fronteiras, em Braga - JS Concelhia de Viseu presente!

Que demonstração de força das ideias e pessoas do PS. Respira-se confiança e estabilidade para enfrentar os desafios de Portugal!

Balanço muito positivo, com belíssimas intervenções e um grande discurso de José Sócrates. Com um Governo preparado, estável e atento, as prioridades estão bem definidas para os Desafios do período 2010-2013.

sábado, 20 de março de 2010

Frase da Semana

"O documento é credível".


Durão Barroso, sobre o PEC.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Moção aprovada por Unanimidade!


No passado Sábado (13 de Março), decorreu em Moimenta da Beira, a XII Convenção Distrital da JS Viseu.
A Juventude Socialista da Concelhia de Viseu marcou presença através de 13 delegados eleitos. No entanto, para além da nossa presença, quisemos ainda apresentar uma Moção Sectorial, da qual fui o 1º subscritor, intitulada de “Política dos 3 E’s – Emprego, Empreendedorismo e Emancipação”. Esta Moção foi sufragada por todos os delegados eleitos pelas várias concelhias, e foi aprovada por unanimidade.

A apresentação da Moção surgiu da ideia de estabelecer na JS, uma acção política direccionada para o que decidimos chamar de “Política dos 3 E’s – Emprego, Empreendedorismo e Emancipação”. De facto, se queremos que a JS seja o think tank da esquerda moderna portuguesa, temos de continuar a lutar pela autonomia dos jovens e pela sua plena realização pessoal e social.

É neste sentido que consideramos que o processo de autonomização ou emancipação dos jovens depende fortemente de factores como o Emprego e o Empreendedorismo.
Encaramos estes factores como elementos básicos de auto-sustentação e realização pessoal, pelo que os jovens em fase de transição para a vida adulta desejam vê-los, cada vez mais, como garantidos.

A criação de emprego jovem, a demonstração de formas mais eficazes de o procurar, a ajuda no sentido de facilitar o contacto com entidades empregadoras, o incentivo ao Empreendedorismo, a aposta na formação profissional, e a preparação/formação dos jovens no sentido de evitarem condições precárias, constituem 6 pilares que a JS deve assumir na sua acção.

Em relação aos 3 primeiros pilares, consideramos que a JS deve organizar iniciativas como Feiras de Emprego ou Semanas de Emprego, Workshops de Técnicas de Procura de Emprego (elaboração do curriculum vitae, carta de apresentação, preparação de entrevista com empregadores), divulgação de Sessões de Recrutamento efectuadas nomeadamente em Instituições de Ensino Superior, divulgação de sites importantes e facilitadores do conhecimento da oferta de emprego existente. Para além disto, pensamos que a coligação da nossa marca “JS” a eventos realizados no distrito, que promovam os pilares referidos, também pode constituir uma forma eficaz de agir, na medida em que acaba por divulgar positivamente a nossa organização.
Para tudo isto, defendemos que a JS deve começar a marcar a sua agenda com a mesma intensidade, tanto na sociedade real, como na sociedade digital. Neste sentido, urge a criação de um site oficial da JS Distrital que, entre aspectos essenciais como a divulgação das nossas opiniões sobre as mais diversas matérias, deve incorporar a divulgação de iniciativas ligadas ao Emprego.

Quanto aos 2 pilares seguintes, temos a dizer que o Empreendedorismo e a Formação Profissional devem ser encarados por nós, como cruciais no combate ao desemprego jovem. Neste âmbito, a acção da nossa juventude partidária deverá pautar-se pela organização de acções de formação que promovam o Empreendedorismo ou, tal como nos outros pilares, informar os jovens da existência das mesmas e, por exemplo, da existência de Concursos de Ideias de Negócio. Mais uma vez, surge aqui a importância da comunicação e informação, cujo tipo deve estar bem definido, tendo sempre em conta a necessidade de diferenciar os estudantes do ensino secundário, dos do ensino superior, e também dos que se encontram no início da vida activa. O mesmo é dizer: classes etárias diferentes, tipo de comunicação e informação diferente! É necessário passar a mensagem aos jovens de que, apesar de existirem muitos diplomados desempregados, é consensual que quanto mais formação tivermos, mais fácil será a inserção no mercado de trabalho, e portanto, mais portas se abrirão.

O último pilar diz respeito à possibilidade de os jovens serem confrontados com condições de trabalho precárias. Defendemos que, também aqui, surge um espaço de intervenção da JS, com o intuito de prevenir tais casos, através da formação dos jovens a nível jurídico, ao nível do Direito do Trabalho. Mais uma vez, a opção por acções de formação e divulgação de informação útil parece-nos essencial.

Finalmente, achamos importante assumir que a função de organização de eventos e divulgação dos mesmos nem sempre é fácil, devido a vários factores. Por isso, devemos ter também a função de exigir às Câmaras Municipais, actuações no sentido de aprofundar os 6 pilares referidos, através de Programas de Estágios, Incubadoras de Empresas, Feiras de Emprego, Portais de Emprego Online, Gabinetes de Apoio ao Empreendedorismo e à Actividade Económica.

Temos a noção que é possível o surgimento de problemas ligados à perfeita e completa execução de todas as propostas referidas. No entanto, consideramos que vale a pena que estes objectivos sejam estabelecidos, devendo orientar a nossa acção. Tudo isto, com o objectivo de proporcionar uma melhor integração no mercado de trabalho, sempre cumprindo e defendendo os valores da esquerda democrática: mais solidariedade, mais justiça, mais igualdade de oportunidades.

Corrida para a liderança

Decorreu este fim de semana, o congresso extraordinário do partido social democrata em Mafra, promovido por Pedro Santana Lopes, com vista à clarificação interna do partido e ao debate de projectos para o país.

Ressaltou deste congresso, a presença de todos os ex-líderes do partido, do seu passado recente, dentre os quais se evidenciou Marcelo Rebelo de Sousa, ausente por 11 anos deste tipo de eventos. Foi recorrente nos discursos a necessidade de blindar o partido e o apelo à sua unidade, bem como, a atribuição da responsabilidade política do estado do país ao governo socialista e ao primeiro-ministro. Esta reunião magna ficou marcada pela singularidade, da presença dos quatro candidatos à liderança do partido, num momento em que se exige uma liderança forte e assertiva no maior partido da oposição.

São algumas as evidências que se podem retirar deste congresso, e a mais efectiva prende-se- tal como esperado- pela afirmação de Pedro Passos Coelho, como o principal candidato a vencer as eleições de 26 de Março, assim como Paulo Rangel, que se apresenta como a figura mais bem colocada para disputar a vitória ao primeiro. Por sua vez, Pedro Aguiar Branco, pese embora os bons debates televisivos que realizou não conseguiu mobilizar os militantes para a sua causa e está fora da corrida.
Foi visível que a maioria dos congressistas estavam com PPC, fruto dos dois anos que este dedicou ao contacto com os militantes, correndo o país de norte a sul e mobilizando as distritais para a sua causa. De PPC, era expectável que jogasse à defesa tal como veio a fazer, e recaíam em Paulo Rangel as maiores expectativas deste congresso, de quem se esperava um golpe de asa que revertesse o estado de coisas. Apesar de ter sido de PR o melhor discurso dos quatro candidatos, este não foi suficiente- aparentemente- para ameaçar a posição de PPC.

Restam cerca de duas semanas de campanha, as candidaturas continuam a percorrer o país e restam ainda algumas intervenções na comunicação social, entre as quais, o debate de 22 de Março na RTP com os quatro candidatos que, de alguma forma, poderá dissipar algumas dúvidas.

Relativamente às ideias defendidas por PPC e PR durante esta campanha agrada-me em Rangel a convicção que coloca nas suas posições: na defesa do incremento do ensino profissionalizante; numa política de apoios e investimento descentralizada, com grande atenção para o interior do país; e na mobilização dos recursos financeiros para investimentos de proximidade que, de forma efectiva, estimulam a economia e criam emprego.

Apesar de tudo, as diferenças entre PPC e PR ( podíamos acrescentar Pedro Aguiar Branco), são de estilo, porque no essencial todos os candidatos defendem o estado mínimo, a economia assente na iniciativa privada tendo o estado como entidade reguladora.

Será decisivo, qualquer que seja o próximo presidente do PSD, que o partido se deixe de divisões- o que não significa o unanimismo do PS- e que exerça com convicção e responsabilidade o cargo para que foi eleito na Assembleia da República. Que saibamos ser uma força de equilíbrio, promovendo entendimentos quando necessários, e movendo oposição quando indispensável.

Exige-se um PSD forte, mobilizado e assertivo, com um programa credível e ambicioso. Exige-se que o PSD saiba conquistar o poder e não aguarde que este caia de podre nas suas mãos. Exige-se organização e planeamento porque em 2011, após a "reeleição" do Presidente da República, teremos, com grande probabilidade eleições antecipadas.

segunda-feira, 15 de março de 2010

A Cortiça Democrática


Perante a suposta asfixia democrática que alegavam existir no País, o maior partido da oposição responde com a Lei da Rolha.

Desculpem, mas a marca do congresso deixou de ser o debate, os candidatos, ou a própria seta do símbolo, para passar a ser...uma rolha!

Não desejam para o País, o que aprovaram para o seu próprio partido.

Pedro Passos Coelho ou Paulo Rangel...um deles terá de tentar mostrar o contrário...

Frases marcantes do congresso

Manuela Ferreira Leite, líder do PSD

"Sabíamos que a história nos iria dar razão, mas também dos enormes custos de ter razão antes de tempo. Não nos arrependemos, antes pelo contrário", líder do PSD


Marcelo rebelo de Sousa, ex-líder do PSD

"Uma coisa é certa: não entro candidato nem saio candidato".

"Temos de trabalhar para reeleger Cavaco Silva"


Pedro Santana Lopes, ex-líder do PSD

"O primeiro-ministro não pode viver sob suspeita sobre o seu carácter e manter-se em funções: das duas uma ou se demite ou dá um murro na mesa e exige o cabal esclarecimento da situação".

"Penso que podemos evocar Chico Buarque e dizer: foi boa a festa, pá"


Marques Mendes

"Olha-se para tudo isto, que é sério e que é grave, e tem-se a sensação de viver uma espécie de fim de regime. Um pântano político, uma encruzilhada económica e social. Por muito que seja duro, a verdade é esta: cheira a fim de regime, e isto é muito e muito
preocupante".


Paulo Rangel, candidato à liderança do PSD

"Se José Sócrates é o rosto dos bloqueios da vida portuguesa, então Portugal precisa agora mais do que nunca de uma verdadeira dessocratização".


José Pedro Aguiar-Branco, candidato à liderança do PSD

"Se as próximas eleições fossem um concurso de retórica ou de especialistas ganharíamos com eles. Mas ter apenas retórica ou bons técnicos não basta para ganhar eleições".



Pedro Passos Coelho, candidato à liderança do PSD

"Não se importam que eu diga isto. Se há muito nos andamos a desentender, (dirigindo-se a Alberto João Jardim) deixe-me dizer-lhe: Não é só o senhor que sabe perdoar ao engenheiro Sócrates, eu também sei perdoar e também espero que saiba perdoar".

"E que aceite (José Sócrates) então não votar o PEC no dia 25 de Março, mas que o aceite votar quinze dias depois, se isso for necessário, depois de o discutir com o novo líder eleito do PSD".

"Eu não tenho dúvidas de que este Governo está ferido de morte e não tenho dúvidas de que aguarda um golpe de misericórdia. O que nos deve preocupar, portanto, não é saber quando é que este Governo vai cair. Não temos de ter pressa em chegar ao Governo, o que temos é de dar significado ao nosso regresso à área governativa. Devemos fazê-lo com cuidado


Castanheira Barros, candidato à liderança do PSD

"A crise é uma ficção, não existe".


Luís Filipe Menezes

"Eu votarei no Pedro Passos Coelho".


Alberto João Jardim

"Ele [Pedro Passos Coelho] disse que me perdoava a mim. Ora como eu não tinha pedido perdão a ninguém nem percebi de que é que ele me estava a perdoar, levantei-me e vim-me sentar ao lado do Paulo Rangel".



Pedro Rodrigues, líder da JSD

"Considero que o doutor Paulo Rangel é quem, no momento e nas circunstâncias atuais que o país e o partido enfrentam, melhores condições tem para mobilizar o partido, para devolver a esperança aos portugueses e para voltarmos a governar Portugal. É aquele em que acredito para unir o partido".
Fonte: Economico.pt

sexta-feira, 12 de março de 2010

Convenção Distrital

Amanhã é dia de Convenção Distrital da JS Viseu, em Moimenta da Beira.

Apresentarei uma Moção Sectorial intitulada de “Política dos 3 E’s – Emprego, Empreendedorismo e Emancipação”, a qual será sufragada por todos os delegados eleitos pelas várias concelhias do nosso distrito.

A concelhia de Viseu da JS irá encarar esta Convenção, como o local ideal para discutir as linhas orientadoras da acção da JS Distrital para os próximos 2 anos, e também para debater política nacional, em matérias como a regionalização e a educação.

Assim, comprometemo-nos a contribuir positivamente para esse debate juntamente com as outras concelhias. Tudo isto, no sentido de uma JS Distrital mais forte, mais dinâmica, e mais interventiva.

terça-feira, 9 de março de 2010

"O dia seguinte"

Fátima Ferreira, Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Viseu

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia da Mulher


A Juventude Socialista da Concelhia de Viseu esteve presente numa caminhada incluída nas diversas actividades organizadas pelo Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de São Teotónio EPE - Viseu.

As actividades foram planeadas com o objectivo de homenagear a mulher e o seu papel na sociedade de forma bastante positiva, e por isso, a nossa presença foi inevitável, tendo em conta os nossos valores como Juventude Partidária.

Neste âmbito, é importante referir que o actual e o anterior Governo fez muito pela igualdade entre homens e mulheres, nos mais diversos contextos. São exemplos: a Lei da Paridade, a entrada em funcionamento da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), o III Plano Nacional Para a Igualdade – Cidadania e Género, III Plano Nacional de Combate à Violência Doméstica, I Plano Nacional Contra o Tráfico de Seres Humanos, I Programa de Acção para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina, Plano Nacional de Acção para a implementação da Resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre Mulheres, Paz e Segurança, apoio ao Empreendedorismo feminino no âmbito da agenda para o potencial humano (POPH – Programa Operacional do Potencial Humano) e para a competitividade do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), Programa PARES (Alargamento da Rede de Serviços e Equipamentos Sociais), aperfeiçoamento dos domínios de intervenção no combate à violência doméstica e várias estruturas de apoio para protecção das vítimas.

Somos jovens e queremos fazer a diferença no sentido de uma sociedade cada vez mais justa e igualitária. Desejamos que o dia da Mulher não seja apenas um dia de reconhecimento das mulheres. Pela defesa dos direitos das mesmas, queremos que este dia esteja presente 365 vezes por ano. As iniciativas do Governo mencionadas são um exemplo para cumprir isso mesmo. Porque a igualdade não deve ser só um princípio fundamental presente na Constituição da República Portuguesa. Deve ser também um imperativo moral, com uma actuação efectiva nesse sentido. Estaremos dispostos, como sempre, a actuar dessa forma.

terça-feira, 2 de março de 2010

Eleições para a liderança do PSD

No próximo dia 26 de Março, os militantes social-democratas, serão chamados a exercer o seu direito de voto para eleger o próximo líder da comissão política nacional do partido social-democrata.

Certos que, nos últimos 15 anos, 13 tiveram a marca socialista aos comandos de Portugal, e que os resultados obtidos, foram tudo menos animadores, é com alguma certeza que podemos afirmar que o vencedor das próximas eleições directas para a liderança do PSD, será com grande probabilidade o próximo Primeiro-Ministro de Portugal.

No entanto, e apesar de sentir os "ventos da mudança", recordo aqui o engenheiro António Guterres que, ainda como líder da oposição e após quase uma década de domínio de Cavaco Silva disse que " não são os partidos da oposição que vencem eleições, é sim o partido do Governo que as perde". E à semelhança do que dizia, entendia que a melhor forma de conquistar o poder, era nada fazer e esperar que o Governo caísse por si só. Este entendimento fazia todo o sentido à 15 anos atrás como tem toda a pertinência nos dias de hoje.

Se levarmos a cabo uma análise do que foi o comportamento do PSD ao longo destes anos em que se manteve na oposição, facilmente percebemos que foram vários os momentos menos positivos protagonizados pelas suas lideranças. De facto, não é por mero acaso, que desde há muito se apelidou o PSD, como um partido de poder, de cariz eminentemente governativo, que apenas se esforça por sobreviver na oposição.

As virtudes do PSD, que o tornaram no partido mais popular da democracia portuguesa, são também as suas principais fraquezas. A pluralidade e a qualidade dos seus quadros permitem-lhe ter a "matéria-prima" mais bem habilitada a conduzir os destinos do país. No entanto, quando em oposição, essa pluralidade transforma-se em sectarismo, num partido dividido em facções que encara a luta partidária como uma luta fratricida. Neste aspecto se distingue o partido socialista, na sua génese e no seu desenvolvimento, um partido que vive de líderes e de referências, um partido corporativista e unanimista, que não é tão rico e tão versátil, mas que em horas de "aperto", cerra fileiras em torno dos seus dirigentes, custe o que custar. É neste sentido um partido mais solidário e mais unido, que lhe tem permitido conservar o poder nos últimos anos.

É tempo, no entanto, de "lamber as feridas" e de arrepiar caminho, porque assim as responsabilidades o exigem . O País necessita, para além de um Governo forte e coeso, de uma oposição credível, preparada a todo o momento para enfrentar eleições e ser alternativa séria ao poder instalado.

É neste contexto que surgem no horizonte as próximas eleições para a liderança do PSD, que se afiguram como as mais importantes dos últimos anos. Porque tal como o País necessita do PSD, também o PSD necessita do poder, para se afirmar, uma vez mais, como a referência do crescimento económico, do desenvolvimento e da afirmação de uma nação independente e determinada a construir um destino diferente do "triste fado" a que nos querem acometer.

Tenho a convicção de que, independentemente de quem saia vitorioso das eleições de 26 de Março, presidirá aos destinos do PSD um conjunto de pessoas que tem por objectivo primeiro reverter a situação actual e renovar os votos de esperança de todos os portugueses num futuro melhor!